A silenciosa revolução das empregadas domésticas colombianas

María Roa Borja levou às lágrimas aplateia que a escutou sete meses atrás na Universidade Harvard. Lutando contra o nó na garganta e o nervosismo que mal a deixavam falar, Roa Borja narrou ali vários capítulos da sua vida. Contou como foi deslocada pela violência em seu país, a Colômbia, e como é difícil trabalhar como empregada doméstica. Pediu reconhecimento às mulheres que vivem de servir aos outros e exigiu bom tratamento. [Leia mais – El País]