Thelma

 

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Família patriarcal e discriminação sexual no Brasil colonial

Tradicionalmente, sobretudo por influência dos estudos de Gilberto Freire, quando falávamos em famíliana Colônia logo vinha à mente o modelo patriarcal: o de uma família extensiva, constituída por parentes de sangue e afins, agregados e protegidos, sob o a chefia indiscutível de uma figura masculina. A família patriarcal teve grande importância, marcando inclusive […] as relações entre sociedade e Estado. Mas ela foi característica da classe dominante, mais exatamente da classe dominante do Nordeste. Entre a gente de condição social inferior a família extensiva não existiu, e as mulheres tenderam a ter maior independência, quando não tinham marido ou companheiro. Em Outro Preto de 1804, por exemplo, considerando-se 203 unidades domésticas, apenas 93 eram encabeçadas por homens.

Mesmo em relação às famílias de elite, o quadro de submissão das mulheres tinha exceções. Em determinadas circunstâncias, elas desempenharam um relevante papel nas atividades econômicas. Isso ocorreu na região de São Paulo, onde as mulheres, descritas por um governador de capitania por volta de 1692, como ‘formosas e varonis’, assumiam a administração da casa e dos bens, quando os homens se lançavam por vários anos às expedições no sertão. [72-73]

FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1995. 647 p.

Japão: como alugar uma família?

No Japão é possível pagar um ator para se fazer passar por parente, cônjuge, colega de trabalho ou conhecido. É possível também alugar animais de estimação, para que se possa tê-los pelo tempo que desejar.

Leia a respeito nos links abaixo:

Rental family service

How to Hire Fake Friends and Family

Japan’s Rent-a-Family Industry

Lonely Japanese find solace in 'rent a friend' agencies

Tokyo firm rents fake family, friends for weddings

Veja também:

 

Tully

Monsieur & Madame Adelman

A evolução da família. Joel Birman. Café Filosófico

Magistrada do TJRJ avalia causas do aumento de prisões por falta de pagamento de pensão alimentícia

A crise econômica e a ausência dos pais na vida dos filhos são apontadas como fatores determinantes para o aumento nas prisões por falta de pagamento de pensões alimentícias no Estado do Rio de Janeiro, de acordo com a juíza designada desembargadora Maria Aglaé Tedesco, da 26ª Câmara do Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ). A magistrada concedeu entrevista à TV Brasil nesta quarta-feira, dia 10.

http://portaltj.tjrj.jus.br/web/guest/home/-/noticias/visualizar/54312