Adoção: busca das origens

 

 

33, Kiko Goifman. Resenha. Contracampo.
O abandono, a questão racial, a adoção internacional e a busca das origens: Retratos da Guerra da Coreia

Adoção: busca das origens e reconfiguração familiar em dois artigos

Origem, lembrança e imagem em Naomi Kawase

Qué raro me llame Federico. Yolanda Reyes. Resenha

'Após 32 anos, mãe localiza filha que deu para adoção'

Adoções forçadas e práticas repressivas: uma retrospectiva

Así es conocer a la familia biológica después de haber sido adoptado
Carmen Maria Vega : « J’ai fait partie d’un trafic d’enfants… »

 

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Houve?

Violência contra a mulher. Depoimentos e comentários. Pública. El País. Scielo

 

“O poder público só nos vê quando a gente tomba”

 

Viver sem nunca ter ouvido “te amo”

 

O que se sabe sobre o homem autor de violência contra a parceira íntima: uma revisão sistemática

 

 

El cuarto de los huesos

Liliana María del Valle y la Gran Escuela Familiar. UdeA

Leia também:

Liliana María del Valle y la Gran Escuela Familiar

O trabalho com a primeira infância e a construção da cidadania em Medellín
Hablando de maestros

[Atualizado em 31.03.2019]

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Violência Doméstica – Comissão para a Cidadania e Igualdade de Gênero – Portugal

Publicações

He Grew Up Thinking He Was American — Until He Was Deported. The intercept

MAURICIO OVIEDO SOTO was 6 years old when a judge in a Milwaukee County, Wisconsin, circuit court officially recognized his adoption. With the stroke of a pen, he became Mauricio Cappelli, taking the surname of his new American father.

Nearly 32 years later, on March 12, 2018, Cappelli stepped off a commercial flight at Juan Santamaría International Airport in San José, Costa Rica, in the country of his birth. He was still processing the last 24 hours: Early that morning, officers entered his holding cell in a South Texas immigration detention center and told him he would be deported that day to his native country for the second time in his life.

“They came in to my cell and told me to quickly pack up my stuff,” Cappelli recently told The Intercept in a phone call from Costa Rica. “I boarded my flight still in my jail clothes.” [continua]

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