Adoção. JN

Série do Jornal Nacional mostra os caminhos da adoção no Brasil: um processo de construção da família […]  uma jornada que precisa de paciência e apoio: http://bit.ly/2se0Mg8

Em Portugal, o uso de drogas é tratado como questão médica, não como crime. NPR

“Até 1990, 1% da população de Portugal fazia uso de heroína. Tratava-se de uma das piores taxas do mundo. O governo português optou então por uma nova estratégia: descriminalizou todas as drogas. Iniciando-se em 2001, a posse ou o uso de qualquer droga – até mesmo heroína – é tratada como um caso de saúde, não como crime […] Os casos relativos à infecção por HIV caíram 95%”. [Atualizado em 22/06/17]

In Portugal, Drug Use Is Treated As A Medical Issue, Not A Crime
O fracasso das ‘drug courts’?

Matrimônio igualitário. Red Alas

Maternidade na prisão. Ipea

Jovem, de baixa renda, em geral mãe, presa provisória suspeita de crime relacionado ao tráfico de drogas ou contra o patrimônio; e, em menor proporção, condenadas por crimes dessa natureza – este é o perfil da maioria das mulheres em situação prisional no Brasil, inclusive das grávidas e puérperas1 que estão encarceradas nas unidades femininas.

As mulheres representavam, em 2012, 6,4% da população prisional do país, o que em números absolutos significa 35.072 do total de 548.003 pessoas presas2 . Certamente esse percentual já aumentou, considerando que o número de mulheres presas vem crescendo em largas proporções. Por exemplo, entre 2008 e 2011 tal crescimento foi de 27% na região Norte, 28% no Sul, 28% no Nordeste, 8% no Sudeste e 9% no Centro-Oeste, superando, inclusive, o crescimento da população carcerária masculina. Enquanto entre 2000 e 2012 a população carcerária masculina cresceu 130% a feminina cresceu 246%. Dados do ano 2000 apontavam que a população carcerária feminina era de 10.112 mulheres presas, tendo esse número saltado para mais de 35.000 em 20123 .

Dar à luz na sombra: condições atuais e possibilidades futuras para o exercício da maternidade por mulheres em situação de prisão

A prisão em doze paisagens

Review: ‘The Prison in Twelve Landscapes’ Reveals the Invisible Tentacles of Mass Incarceration

Martírio

Avaliação Psicológica na Justiça da Infância e da Juventude: Contexto e Perspectivas para o Século XXI

O Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA (BRASIL, 1990) define um campo bastante amplo de atuação para a equipe interprofissional que está sob sua égide. Recentes alterações promovidas pela lei 12010/09 (BRASIL, 2009) … introduziram variáveis importantes nessa atuação, as quais reiteram a amplitude já existente… entendemos haver aí objeto privilegiado para uma análise do trabalho do psicólogo no sistema judicial, em particular no que se refere à realização da avaliação psicológica [continua]

COIMBRA, José César. Avaliação Psicológica na Justiça da Infância e da Juventude: Contexto e Perspectivas para o Século XXI. In: CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Prêmio Profissional Avaliação Psicológica na Perspectiva dos Direitos Humanos. Brasília. 2012. p. 31-50. Disponível em: http://bit.ly/1MSl6en. Acesso em: 27 set. 2015.