Tem 40 anos e acabou de recuperar sua verdadeira identidade. Página 12

O filho de Iris Nélida Soler nasceu na antiga Escola de Mecânica da Armada durante a última ditadura militar argentina, separado de sua mãe e apropriado por terceiros, recuperou sua identidade e se converteu no neto 122 da história de busca e luta das Avós da Praça de Maio.

Apareció el nieto 122
Anúncios

Pensando na Caixa. Roda dos expostos, século XXI. The Economist

 

A roda dos expostos são artefatos do período medieval. No entanto, eles reapareceram em 2000, na cidade de Hamburgo, onde muitos bebês abandonados estavam morrendo. A Alemanha possui agora cerca de 200 lugares onde a mulher pode deixar seu filho – em compartimentos aquecidos que fazem soar o alarme para um cuidador sempre que utilizados – ou onde podem dar à luz anonimamente. Esses lugares já se encarregaram de cerca de mil recém-nascidos, muitos dos quais nunca saberão de onde vieram.

Thinking inside the box

Baby adoption practices of past demand inquiry, say law firms. The Guardian

Pressure is mounting for a public inquiry into the adoption of hundreds of thousands of babies born to unmarried women over a 30-year period amid claims from some mothers who say they were coerced into handing over their children.

A letter will be sent to the home secretary, Amber Rudd, next week from solicitors at two eminent law firms calling on her to convene a public inquiry into historical adoption practices in the UK. The solicitors say an inquiry would uncover the truth about the practices – stretching over three decades after the end of the second world war – and hold agencies to account.

Meanwhile more women have come forward to tell their stories of being pressured into having their babies adopted.

[…] About half a million babies, most born to unmarried women, were adopted in the 1950s, 60s and 70s when the Catholic church, Church of England and the Salvation Army ran “mother and baby homes” and adoption agencies in the UK. Adoption reached a peak in 1968, when more than 16,000 babies born to unmarried mothers were handed over to new families.

Baby adoption practices of past demand inquiry, say law firms

 

Mães “abandonantes”: fragmentos de uma história história silenciada. Claudia Fonseca

Inspirado nos relatos dos membros de uma associação brasileira de filhos adotivos, este artigo propõe rastrear pistas sobre as mulheres que deram seus filhos em adoção em meados do último século. Juntando evidências fragmentadas – nas entrevistas com os adotados, nas cartas no site da associação, nos processos jurídicos do Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul, nos relatórios da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, nas informações sumárias fornecidas hoje por instituições filantrópicas que acolhiam gestantes solteiras décadas atrás –, esta análise procura responder a duas perguntas levantadas pelos próprios adotados: por que eles foram dados em adoção? E por que os detalhes da adoção foram sistematicamente silenciados pelos pais adotivos, pelos intermediários e pelas autoridades estatais? O material sugere diversas possibilidades para explicar a entrega de uma criança em adoção no contexto brasileiro dos anos 1950-1970: a falta de autonomia legal e econômica das mulheres, uma moralidade sexual repressiva e a instabilidade geográfica e conjugal associada à pobreza. Ao mesmo tempo, as próprias dificuldades de encontrar informações sobre as mulheres “abandonantes” daquela época levantam hipóteses sobre as disputas institucionais (entre pais adotivos, serviços filantrópicos e juizados) que criaram um silêncio em torno desse momento da evolução da adoção legal no Brasil.

Leia o artigo completo aqui.

Mãe entrega filho à adoção e, 30 anos depois, quer se casar com ele

RIO – Kim West, uma inglesa de 51 anos, deu seu filho Ben Ford para adoção há 30 anos, quando ele tinha apenas uma semana de vida, porque não tinha condições de cria-lo. O bebê foi adotado por uma família nos EUA. Eles ficaram três décadas sem se ver, até que Ben descobriu o endereço de sua mãe biológica e enviou uma carta [Leia mais – O Globo]

Leia também:

Mother Kim West Falls In Love With Biological Son, Plans Marriage And Babies

‘Após 32 anos, mãe localiza filha que deu para adoção’

Por 32 anos a manicure Priscila de Faria, moradora de São Carlos (SP), teve dúvidas quanto à mãe biológica. Ela não tinha conhecimento de sua origem e nem a oportunidade de agradecer por ter sido entregue à adoção, mas tudo mudou nesta semana, quando as duas tiveram um reencontro virtual. “Peço que ela perdoe o que eu fiz”, disse Leonilda Pereira Vaz em uma entrevista à RPC, afiliada da TV Globo no Paraná. Ainda não há previsão para o reencontro de mãe e filha.[Leia mais – G1]

The tragic case of the boy who was missing for 13 years — and didn’t know it

When police in Alabama called Julian Hernandez’s mother to tell her that her son had been found — 13 years after she reported him missing — she was hesitant to believe it.

“Really?” she told police. “Are you sure? Really?”

[…]

It was apparent that Bobby Hernandez had abducted him during a custody dispute, police said. [Leia mais – Washington Post]