Sabor da Vida

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Onde a polícia mata?

Em 2015 o site Vox publicou mapa interativo com base nos dados levantados pelo Fatal Encounters. Nesse mapa tornou-se visível muitas das mortes que tiveram por autores policiais nos EUA.

Um pouco depois, a ONG Justiça Global lançou no Brasil o site ‘Onde a polícia mata‘. Trata-se do mesmo princípio evidenciado na experiência dos EUA. Verificar a distribuição dos casos de assassinatos associados à força policial permite deduzir de modo mais concreto a razão dessas ocorrências e, eventualmente, buscar soluções.

Violência seguirá em alta e futuro incerto, diz estudo do Ipea para 2023

BRASÍLIA – Até 2023, a tendência é que o Brasil continue tendo altas taxas de violência, acompanhada do endurecimento da legislação penal, do aumento da população carcerária e do monitoramento eletrônico, da expansão do tráfico e da manutenção da política antidrogas atual. A criminalidade no interior do país também deverá continuar crescendo, assim como a ação de organizações e facções criminosas no Brasil. Essas são algumas das conclusões do estudo “Violência e segurança pública em 2023: cenários exploratórios e planejamento prospectivo”, divulgado nesta segunda-feira pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). [Leia mais – O Globo]

Leia também:

Violência e segurança pública em 2023: cenários exploratórios e planejamento prospectivo: Sumário Executivo

A mulher e o encarceramento: dilemas da relação entre mãe e filho (O Globo)

Matéria publicada pelo jornal O Globo: http://glo.bo/18GHVyp

[atualizado em 24.12.13]

A relação entre o cárcere materno e o desempenho escolar: http://bit.ly/19aXEkd

No Brasil, a mãe é a maior responsável por acompanhar tudo: http://glo.bo/19aXVne

Aprisionamento materno e escolarização dos filhos: http://bit.ly/19aY0Ya

Filhos de mulheres presas: http://bit.ly/19aYddQ

Filhos de mulheres presas (resenha livro): http://bit.ly/19aYkWG

5 things to know about China’s new aged care law – Trove

Elderly parents in China can now sue their grown children for both financial and emotional support: http://bit.ly/19Gfn5L

Defensoria não pode ingressar em juízo, de ofício, para pedir medidas protetivas a menor: comentário

Em junho, a juíza Cristiana de Faria Cordeiro publicou no grupo IPJ no FB matéria que descrevia posicionamento do STJ frente ao papel da Defensoria Pública na garantia de direitos de crianças e adolescentes.

A matéria que descreve a posição do STJ está disponível aqui.

Seguem abaixo os esclarecimentos da juíza sobre esse posicionamento, publicado originalmente no perfil dela no FB:

  • A discussão remonta à época em que ingressei na VIJI de Sta. Cruz. Basicamente, tratou-se de uma busca de “espaço político-institucional” da DP. A DP já atuava, com maestria, através de sua Coordenadoria de Infância e Juventude, em prol doas adolescentes em conflito com a lei, precipuamente em segundo grau, apoiando o Defensor de primeiro grau, nos recursos, especialmente em medidas de habeas Corpus, por excesso de prazo de internação, p. exemplo. Com a entrada dessa Coordenadoria nas instituições de abrigo, criou-se um impasse.

  • O impasse consistia justamente em identificar EM NOME DE QUEM a Defensoria estava ali. Porque, muito embora se dissesse […] “em nome da criança”, não ouvia a vontade da criança e acabava fazendo um confuso papel de sobreposição ao Defensor da Vara, que atuava em favor dos pais, por exemplo, que estavam sendo representados (representacão administrativa) ou destituídos do poder familiar.
  •  Ora, se estava “em nome da criança”, tinha que ser uma outra postura, que não existe em nosso sistema jurídico, […]

    que seria um Child Advocate. Ou um Guardian ad Litem.

 

Carta de constituição de estratégias em defesa da proteção integral dos direitos da criança e do adolescente

http://www.cnj.jus.br/images/acordos_termos/Carta_001_2012.pdf