He Grew Up Thinking He Was American — Until He Was Deported. The intercept

MAURICIO OVIEDO SOTO was 6 years old when a judge in a Milwaukee County, Wisconsin, circuit court officially recognized his adoption. With the stroke of a pen, he became Mauricio Cappelli, taking the surname of his new American father.

Nearly 32 years later, on March 12, 2018, Cappelli stepped off a commercial flight at Juan Santamaría International Airport in San José, Costa Rica, in the country of his birth. He was still processing the last 24 hours: Early that morning, officers entered his holding cell in a South Texas immigration detention center and told him he would be deported that day to his native country for the second time in his life.

“They came in to my cell and told me to quickly pack up my stuff,” Cappelli recently told The Intercept in a phone call from Costa Rica. “I boarded my flight still in my jail clothes.” [continua]

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Spanish Doctor Stands Trial Over Franco-era ‘Stolen Babies’. ICTJ. The Guardian

Activists estimate that tens of thousands of babies were stolen until a law regulating adoption was passed in 1987.

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Spanish doctor stands trial over Franco-era 'stolen babies'

The child exchange. Inside America’s underground market for adopt children. Reuters

When a Liberian girl proves too much for her parents, they advertise her online and give her to a couple they’ve never met. Days later, she goes missing. [part 1]

Adoção: do abandono à deportação

Em que momento nos tornamos aquilo que acreditamos ser?

“Porque eu sou do tamanho do que vejo. E não, do tamanho da minha altura…” Alberto Caieiro, O Guardador de Rebanhos

Em abril/2015, Maggie Jones publicou matéria no New York Times sobre o caso de Adam Crapser, que seria deportado dos EUA para a Coreia do Sul.

Maggie Jones nos mostra quem é Adam Crapser e sua família: 39 anos, 3 filhos e uma mulher grávida.

A história de Adam Crapser começa na Coreia do Sul, quando ele, então Shin Song Hyuk, com três anos de idade, foi enviado com sua irmã para uma instituição de acolhimento a 3h de Seul. Alguns meses depois, os dois partiam para os EUA, adotados.

A vida na primeira família teria sido marcada por castigos. Depois de seis anos de convivência, o casal resolve não mais permanecer com Hyuk, mas apenas com a irmã dele.

Hyuk circula por alguns serviços de assistência até ser acolhido por uma nova família, que já contava com filhos adotivos. Contudo, a experiência nessa família não teria sido mais tranquila do que na anterior.

Com 16 anos, depois de uma briga com sua mãe, Hyuk, agora, de direito, Crapser, é expulso de casa. Perambula pelas ruas, faz sua vida por si mesmo. Tempos depois retorna ao antigo lar para resgatar artefatos que havia trazido da Coreia do Sul: um tênis e uma Bíblia. Nessa incursão ele quebra uma janela da casa para entrar ali. Ele é preso por conta disso e permanece 25 meses na prisão. Depois, uma infinidade de episódios de conflitos com a lei que o enredam cada vez mais.

Ao tentar obter um emprego de tempo integral, descobre que não é cidadão americano. Os pais não pleitearam sua cidadania, em complemento à adoção, tal como era necessário antes de 2000, quando foi promulgado o Child Citzenship Act, que beneficiou adotados por cidadãos americanos a partir dali e aqueles que tivessem até 18 anos de idade naquele momento.

Em 2012, depois de muitos contratempos com os Crapser, o jovem finalmente consegue obter os documentos originais relativos à adoção e solicita um Green Card. Contudo, com seu passado de problemas com a lei, o Department of Homeland Security ao realizar as investigações usuais nesses casos, verifica que as condenações que pesavam sobre Crapser faziam dele um ‘deportável’.

Maggie Jones menciona que há na história recente dos EUA pelo menos outros 10 casos de sul-coreanos que passaram pela mesma experiência bizarra que Crapser. Na matéria é ainda mencionado o caso do brasileiro João Herbert.

Grupos de pressão tentam reverter a deportação de Crapser, que completou 40 anos de idade em abril de 2015: 37 anos longe da Coreia do Sul.

 

 Leia o post completo em Cartas do Litoral.

Lion

The Adoption Paradox

Kids who are adopted have richer, more involved parents. They also have more behavior and attention problems. Why? [Continua – The Atlantic]

Neglected and abused children are not being best served by the present system. The Guardian

Many of the 70,000 children in the care of the state will have experienced abject neglect or abuse at the hands of parents unable or unwilling to provide the care and nurture that comes naturally to most families. While adoption will only be appropriate for a minority of these children, it can be transformative, offering them the best chance of growing up in a stable, permanent, loving home.

The 12% drop in the number of children being adopted in the year ending in March is therefore deeply concerning. Experts believe this will be followed by even steeper falls, as applications for placement orders, the first step in the adoption process, have fallen even more markedly.

This is an area fraught with sensitivity: the decision to remove a child from their parents’ care is one of the utmost gravity. Yet there is a great deal of evidence that in recent decades, courts have been too reluctant to make this call, at huge cost to children’s lives. Martin Narey, the former chief executive of Barnardo’s, observed in his 2011 investigation into the adoption system: “Frequently, a child is living in observed neglect for many months, years sometimes, before first being removed to care.” […]

The Observer view on adoption