Estrangulamento como indicador de futuros episódios de violência doméstica

Duas matérias do Huffpost comentam a posição de diversos estados dos EUA que consideram não apenas o estrangulamento (ou sua tentativa) como grave crime contra a mulher, mas também como preditor de futuros episódios de violência doméstica e familiar.

A Legal Loophole May Have Cost This Woman Her Life
Domestic Violence Allegations Were A Missed Red Flag Before Florida Mass Shooting

A festa de despedida

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Sobre a Sede

Death as a social privilege

 

Matrimônio igualitário. Red Alas

Quem cuida dos cuidadores de idosos? Carta Capital

“Em 63% dos casos, os acompanhantes morrem até quatro anos antes do familiar ou amigo enfermo por quem zelam”.

Quem cuida dos cuidadores de idosos?

 

Una: quando o presente encena o passado impossível

Quando o presente encena o passado impossível

Maternidade na prisão. Ipea

Jovem, de baixa renda, em geral mãe, presa provisória suspeita de crime relacionado ao tráfico de drogas ou contra o patrimônio; e, em menor proporção, condenadas por crimes dessa natureza – este é o perfil da maioria das mulheres em situação prisional no Brasil, inclusive das grávidas e puérperas1 que estão encarceradas nas unidades femininas.

As mulheres representavam, em 2012, 6,4% da população prisional do país, o que em números absolutos significa 35.072 do total de 548.003 pessoas presas2 . Certamente esse percentual já aumentou, considerando que o número de mulheres presas vem crescendo em largas proporções. Por exemplo, entre 2008 e 2011 tal crescimento foi de 27% na região Norte, 28% no Sul, 28% no Nordeste, 8% no Sudeste e 9% no Centro-Oeste, superando, inclusive, o crescimento da população carcerária masculina. Enquanto entre 2000 e 2012 a população carcerária masculina cresceu 130% a feminina cresceu 246%. Dados do ano 2000 apontavam que a população carcerária feminina era de 10.112 mulheres presas, tendo esse número saltado para mais de 35.000 em 20123 .

Dar à luz na sombra: condições atuais e possibilidades futuras para o exercício da maternidade por mulheres em situação de prisão

Sou pedófilo, procuro ajuda_El País

O primeiro sinal foi que “com os meninos conhecidos, ele perdia o controle”. Quando o adolescente que chamaremos de Sergi tinha 16 anos, sua mãe encontrou por casualidade umas fotos que tinha baixado da Internet. Imagens de menores nus, muito mais jovens que ele. “Nada pornográfico, nada explícito… Mas dava para ver aquilo não era normal, não podia ser”, diz sua mãe. “Você tenta deixá-lo com medo, dá bronca. Nosso filho é um menino carinhoso, ajuda em casa e cede o lugar no ônibus… Dissemos a ele, queremos te ajudar, perguntamos: você gosta de crianças? De onde vem esta atração? Por que faz isso? Mas ele só respondia: ‘Não sei. Não sei.’ O tranquilo casal de classe média conta sua história na consulta do terapeuta de Barcelona, na Espanha, que devolveu a alegria a seu filho adolescente. “Este problema, quanto mais cedo for abordado, melhor”, dizem. “Mas há um enorme tabu… Não se sabe onde procurar ajuda.” [Leia mais – El País]