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Maternidade na prisão. Ipea

Jovem, de baixa renda, em geral mãe, presa provisória suspeita de crime relacionado ao tráfico de drogas ou contra o patrimônio; e, em menor proporção, condenadas por crimes dessa natureza – este é o perfil da maioria das mulheres em situação prisional no Brasil, inclusive das grávidas e puérperas1 que estão encarceradas nas unidades femininas.

As mulheres representavam, em 2012, 6,4% da população prisional do país, o que em números absolutos significa 35.072 do total de 548.003 pessoas presas2 . Certamente esse percentual já aumentou, considerando que o número de mulheres presas vem crescendo em largas proporções. Por exemplo, entre 2008 e 2011 tal crescimento foi de 27% na região Norte, 28% no Sul, 28% no Nordeste, 8% no Sudeste e 9% no Centro-Oeste, superando, inclusive, o crescimento da população carcerária masculina. Enquanto entre 2000 e 2012 a população carcerária masculina cresceu 130% a feminina cresceu 246%. Dados do ano 2000 apontavam que a população carcerária feminina era de 10.112 mulheres presas, tendo esse número saltado para mais de 35.000 em 20123 .

Dar à luz na sombra: condições atuais e possibilidades futuras para o exercício da maternidade por mulheres em situação de prisão

Sou pedófilo, procuro ajuda_El País

O primeiro sinal foi que “com os meninos conhecidos, ele perdia o controle”. Quando o adolescente que chamaremos de Sergi tinha 16 anos, sua mãe encontrou por casualidade umas fotos que tinha baixado da Internet. Imagens de menores nus, muito mais jovens que ele. “Nada pornográfico, nada explícito… Mas dava para ver aquilo não era normal, não podia ser”, diz sua mãe. “Você tenta deixá-lo com medo, dá bronca. Nosso filho é um menino carinhoso, ajuda em casa e cede o lugar no ônibus… Dissemos a ele, queremos te ajudar, perguntamos: você gosta de crianças? De onde vem esta atração? Por que faz isso? Mas ele só respondia: ‘Não sei. Não sei.’ O tranquilo casal de classe média conta sua história na consulta do terapeuta de Barcelona, na Espanha, que devolveu a alegria a seu filho adolescente. “Este problema, quanto mais cedo for abordado, melhor”, dizem. “Mas há um enorme tabu… Não se sabe onde procurar ajuda.” [Leia mais – El País]

A violência contra a mulher, o trauma e seus enunciados: o limite da justiça criminal

Nas últimas décadas, a compreensão de discursos e práticas construídos sobre as diferenças e hierarquias de gênero foi sendo alterada, principalmente a partir de estudos feministas (Araújo, 2003). Assim é que verdades construídas sobre a diferença sexual, até então baseadas no binarismo natureza/cultura, foram sendo (re)significadas. O conceito de gênero, portanto, enquanto fenômeno histórico e relacional, é contextualmente produzido e transformado ao longo da história.

Os discursos de homens e mulheres que chegam ao Judiciário em decorrência de um boletim de ocorrência registrado em uma delegacia, motivado por violência conjugal, são marcados por estereótipos de gênero. A dominação masculina e a submissão feminina prevalecem em muitos destes discursos. Contudo, deve-se considerar que são múltiplos os aspectos envolvidos na construção de um vínculo conjugal capazes de potencializar a violência.

Leia o artigo completo:

Coimbra, J., & Levy, L. (2015, 21 de dezembro). A violência contra a mulher, o trauma e seus enunciados: O limite da justiça criminal. Recuperado de Revista de Estudos e Pesquisas sobre as Américas,http://periodicos.unb.br/index.php/repam/article/view/16274/12288

Leia mais:

O que fazer quando o agressor descumpre medidas protetivas?

Violência contra a mulher, algumas palavras

Prezi da apresentação relativa ao tema ‘violência contra a mulher’, realizada na III Jornada Sócio e Clínico Institucional de Psicologia, Universidade Veiga de Almeida, RJ, em 29.3.2017:

Violência contra a mulher, algumas palavras

 

A garota desconhecida

Moonlight