As relações de poder e a questão racial: uma história sobre heroína e analgésicos

Livre tradução do artigo ‘In Heroin Crisis, White families Seek Gentler War on Drugs’, do The New York Times, publicado em 30/10/2015.

NEWTON, NH — Quando Courtney Griffin usava heroína, ela mentia, desaparecia e roubava seus pais para sustentar o consumo de US$ 400 ao dia. Sua família pagava as dívidas […] em segredo — até que ela foi encontrada morta no ano passado, vítima de overdose.

No funeral de Courtney, a família decidiu conhecer a realidade que redefiniu suas vidas: sua filha, de apenas 20 anos […] havia tido uma overdose na casa da avó de seu namorado, morrendo sozinha.

“Quando eu era criança, os viciados eram apavorantes”, Doug Griffin, 63, pai de Courtney, recordou em sua casa confortável no sudeste do New Hampshire. “Eu tinha um escritório em Nova York. Eu os via.”

Observando que “junkies” é uma palavra que jamais usaria agora, Griffin diz que hoje “eles estão trabalhando bem perto de você e você não sabe o que isso significa. Eles estão no quarto de minha filha — eles são a minha filha”.

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Imigrantes detidos nos EUA foram obrigados a trabalhar por US$ 1/dia. WP

Dezenas de milhares de imigrantes detidos pelo Serviço de Alfândega e Imigração dos Estados Unidos [U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE)] foram forçados a trabalhar por US$ 1/dia ou por nada – uma violação das leis federais antiescravidão.

Eu não sou seu negro

A 13a Emenda

Maridos são mais mortais do que terroristas. The New York Times

[…] Acima de tudo, as esposas devem temer: Os maridos são incomparavelmente mais mortais nos EUA  do que os terroristas jihadistas.

E os maridos são tão mortais  nos EUA em parte porque eles têm acesso fácil às armas de fogo, mesmo quando associados a uma história de violência. Em outros países, os maridos violentos colocam esposas nos hospitais; nos EUA, eles as colocam em túmulos […].

Husbands Are Deadlier Than Terrorists

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Libertem Angela Davis

Os EUA e os abusos contra adolescentes sob custódia

Relatório do Departamento de Justiça constatou que entre 2007 e 2012 a taxa de alegações formais de abuso sexual contra guardas e outros funcionários em instalações de justiça juvenil do Estado dobrou, ainda que o número de adolescentes no sistema tenha diminuído. O relatório, um dos maiores de seu tipo, baseia-se em dados recolhidos dos administradores em mais de 1.400 centros de detenção juvenil públicos e privados.

Por mais de uma década, o Bureau de Estatísticas do Departamento de Justiça tem realizado pesquisas anônimas sobre jovens sob custódia. Essas pesquisas têm produzido estimativas surpreendentes: cerca de 10 por cento dos adolescentes em detenção relataram abuso sexual por profissionais ou colegas, muitas vezes de modo repetido, frequentemente envolvendo guardas do sexo feminino. [Leia mais – ProPublica]