Adoption numbers drop steeply as government’s flagship policy falters. The Guardian

[…] official figures show that 4,690 children in care were adopted in 2016, down from 5,360 in the previous year, and experts said further falls should be expected.

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The latest statistics show there were 70,44o children in care in England in 2016, up 1% on 2015. Numbers have risen steadily every year since 2008, in the wake of the Baby P child protection scandal. Nearly three-quarters of children in care are with foster parents.

The increase includes a 54% rise in the number of unaccompanied asylum seeker children in care. There were 4,210 young asylum seekers in care at the end of March 2016, two-thirds of them in London and the south-east.

Adolescentes que vivem em abrigos sofrem com a falta de perspectivas para acolhimento

Segundo Patrícia D’Elboux, mestre em Psicologia Social e psicóloga judiciária da Vara Central do Tribunal de Justiça de São Paulo, muitos jovens acreditam na reinserção familiar, mas falta de requerentes para adoção nessa faixa etária leva a frustração [Ouça a entrevista – CBN]

Leia a pesquisa:

Abrigos Provisórios: Afetos Passageiros?

 

Acolhimento familiar: uma alternativa de proteção para crianças e adolescentes

O acolhimento de crianças e adolescentes que vivenciam violação de direitos tem sido discutido no âmbito do desenvolvimento de políticas públicas e no meio acadêmico. Tais discussões visam elaborar diretrizes que garantam o direito à convivência familiar e comunitária e evidenciam um campo em reordenamento. Este artigo contextualiza o acolhimento familiar no cenário nacional, considerando-o como uma medida de proteção possível para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. Discute-se também o reflexo de algumas perspectivas teóricas que abordam as relações de vínculo afetivo em situações de acolhimento. Argumenta-se que ao fomentar uma nova cultura de acolhimento são necessárias mudanças nas concepções de infância e juventude, nas significações de vinculação afetiva e nas políticas de assistência à infância e juventude.

Nina Rosa do Amaral Costa; Maria Clotilde Rossetti-Ferreira [Leia mais – Scielo]