Crianças à venda. Chicago, 1948. ‘Alguns pais vendiam seus filhos devido à pobreza’.

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Caridade e volunturismo aumentando a vulnerabilidade de crianças no Haiti. The Guardian

Doações de caridade dos EUA estão supostamente ajudando os órfãos do Haiti. Todavia, há sinais de que, ao contrário, os valores levantados estariam financiando o abuso e a negligência de crianças nos orfanatos no país caribenho, tal como revelado pela ONG Lumos.

Pelo menos 30.000 crianças vivem em orfanatos privados no Haiti, um país que sofreu vários desastres naturais que levaram ao deslocamento de muitas famílias. Mais de um terço dos 752 orfanatos do Haiti são financiados por doações do exterior no valor de US $ 70 milhões (£ 54 milhões), dos quais 92% provêm de doadores filantrópicos e de caridade nos EUA. Mas estima-se que 80% das crianças que vivem nessas instalações não são realmente órfãs: têm um ou mais pais vivos, e quase todos têm outros parentes, de acordo com o governo haitiano. A Lumos, ONG fundada pelo autor JK Rowling, faz campanha para o fim da institucionalização de crianças. Essa ONG acredita que o afastamento de crianças e adolescentes de suas famílias não apenas dificulta o desenvolvimento, mas torna esse público mais propenso a sofrer abusos.

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Tem 40 anos e acabou de recuperar sua verdadeira identidade. Página 12

O filho de Iris Nélida Soler nasceu na antiga Escola de Mecânica da Armada durante a última ditadura militar argentina, separado de sua mãe e apropriado por terceiros, recuperou sua identidade e se converteu no neto 122 da história de busca e luta das Avós da Praça de Maio.

Apareció el nieto 122

Never let me go

Adoção. JN

Série do Jornal Nacional mostra os caminhos da adoção no Brasil: um processo de construção da família […]  uma jornada que precisa de paciência e apoio: http://bit.ly/2se0Mg8

Psicanálise na área jurídica | Christian Dunker | Falando nIsso 115

‘Ela me batia porque eu a chamava de mãe’, diz menina torturada. Estadão

Dezembro de 2016. A sala da juíza Tatiane Moreira Lima, na Vara de Violência Doméstica do Butantã, na zona oeste, se transforma em uma pequena brinquedoteca, com direito a bexigas penduradas no teto e outros apetrechos. No colo da magistrada está M. J., de 10 anos, que tem no corpo as marcas das inúmeras agressões que sofreu. Por quatro anos seguidos, foi espancada e torturada pela própria mãe e pelo padrasto. Os castigos impostos a ela “por não deixar a casa limpinha” foram classificados pela juíza como brutais e incluíam, entre outras atrocidades, cortar a língua da menina e outras partes do corpo, inclusive o órgão genital, com alicate.

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