Extensão: Psicologia e Justiça nas Varas de Família. PUC-Rio. 2018

O curso tem por base a prática de psicólogos no poder judiciário e cobre, dentre outros temas: conflitos e litígios em varas de família; parentalidade e conjugalidade; os diferentes tipos de guarda; a criança e a separação do casal parental.

Saiba mais: CCE/PUC-Rio

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Especialização em Psicologia Jurídica. PUC-Rio. 2018

A Psicologia Jurídica é um ramo da psicologia que vem sendo construído no Brasil há muito pouco tempo. Artigos científicos, teses e dissertações começam a ser produzidos, mas ainda há uma deficiência na formação acadêmica para dar conta dos novos campos de atuação que se desenvolvem na interface entre Psicologia e Direito. Cresce a demanda de participação do psicólogo em instituições de acolhimento, processos de adoção e reinserção familiar, perícia em Varas de Família, mediações de conflitos e no combate à violência doméstica. Faz-se necessário, portanto, uma constante atualização dos profissionais envolvidos na área, bem como a ampliação do espaço para a elaboração de pesquisas, de modo a contribuir na discussão dos limites e possibilidades do trabalho do psicólogo junto às instituições judiciárias.

Saiba mais: CCE/PUC-Rio

O Clube

Unicef: A violência na vida de crianças e adolescentes (Relatório)

O mais recente relatório do Unicef sobre violência contra crianças e adolescentes ressalta o lugar assustador ocupado pelo Brasil e outros países da América Latina (Honduras, Venezuela, Colômbia, El Salvador). Estamos entre os piores lugares do mundo no que se refere ao assassinato dos que se situam na faixa 10 – 19 anos, em particular os de sexo masculino.

Este gráfico mostra bem a situação:

http://data.unicef.org/end-violence-dataviz/

 

O relatório aponta diversos dados alarmantes, dentre os quais:

  • 176 milhões de crianças abaixo de cinco anos de idade ( 1 em 4) vivem com mães que estão em situação de violência doméstica ou familiar;
  • A cada sete minutos um adolescente é morto em decorrência de um ato de violência;
  • Com base em levantamento realizado em 30 países, apenas um por cento de adolescentes do sexo feminino que passou pela experiência de sexo forçado encontra ajuda profissional.

O relatório completo está disponível aqui.

O comunicado à imprensa contém um resumo do relatório.


“O Brasil é, acima de tudo, uma forma de violência. Nunca entenderemos o Brasil se não compreendermos o tipo de violência que funda seu Estado. Pois entender como o Estado brasileiro funciona é entender como ele administra o desaparecimento e o direito de matar. Esta é sua verdadeira forma de governo, uma atualização do secular poder soberano e seu direito de vida e morte”. Vladimir Safatle, ‘Governar é fazer desaparecer’, Cult, n.225, julho/2017, p. 62.

II Jornada do Curso de Especialização em Psicologia Jurídica da PUC-Rio

II Jornada Curso Psijur PUCrio

Informações: http://bit.ly/2yK8Ewp 

Inscrições: http://bit.ly/2yLaNYP

 

Violência doméstica: sete dias para decidir poder paternal dos filhos. DN

O Ministério Público (MP) vai ter 48 horas para informar o Tribunal de Família e Menores da decisão de proibição de contacto entre os pais em processos de violência doméstica. E, a partir daí, os juízes terão cinco dias para marcar uma conferência com os progenitores para decidirem o futuro dos filhos menores. Em causa um diploma publicado ontem em Diário da República e que entrará em vigor a partir do dia 22 de Junho que obriga assim que, no prazo máximo de sete dias, fique decidido provisoriamente o poder paternal em casos em que esteja a decorrer um processo de maus tratos conjugais.

Matéria completa

Estatuto da Criança e do Adolescente Anotado e Interpretado. MPPR

Estatuto da Criança e do Adolescente Anotado e Interpretado