Court

Review: ‘Court’ Is Chaitanya Tamhane’s Unsparing Look at Justice in India

Estrangulamento como indicador de futuros episódios de violência doméstica

Duas matérias do Huffpost comentam a posição de diversos estados dos EUA que consideram não apenas o estrangulamento (ou sua tentativa) como grave crime contra a mulher, mas também como preditor de futuros episódios de violência doméstica e familiar.

A Legal Loophole May Have Cost This Woman Her Life
Domestic Violence Allegations Were A Missed Red Flag Before Florida Mass Shooting

Preso por ser pobre. NYTimes

Maranda Lynn ODonnell, uma mãe solteira de 22 anos de idade, que vive no Texas, foi presa ano passado por conduzir sem uma licença válida. O juiz fixou sua fiança em $ 2.500. Ela não podia pagar nada perto disso, o que a levou a ser sentenciada a três dias na prisão – mesmo não representando nenhum risco de fugir da cidade ou de colocar em perigo outra pessoa caso fosse liberada.

Locked Up for Being Poor

Tortura Blindada. Conectas

Como as instituições do sistema de Justiça perpetuam a violência nas audiências de custódia?

Em Portugal, o uso de drogas é tratado como questão médica, não como crime. NPR

“Até 1990, 1% da população de Portugal fazia uso de heroína. Tratava-se de uma das piores taxas do mundo. O governo português optou então por uma nova estratégia: descriminalizou todas as drogas. Iniciando-se em 2001, a posse ou o uso de qualquer droga – até mesmo heroína – é tratada como um caso de saúde, não como crime […] Os casos relativos à infecção por HIV caíram 95%”. [Atualizado em 22/06/17]

In Portugal, Drug Use Is Treated As A Medical Issue, Not A Crime
O fracasso das ‘drug courts’?

‘Ela me batia porque eu a chamava de mãe’, diz menina torturada. Estadão

Dezembro de 2016. A sala da juíza Tatiane Moreira Lima, na Vara de Violência Doméstica do Butantã, na zona oeste, se transforma em uma pequena brinquedoteca, com direito a bexigas penduradas no teto e outros apetrechos. No colo da magistrada está M. J., de 10 anos, que tem no corpo as marcas das inúmeras agressões que sofreu. Por quatro anos seguidos, foi espancada e torturada pela própria mãe e pelo padrasto. Os castigos impostos a ela “por não deixar a casa limpinha” foram classificados pela juíza como brutais e incluíam, entre outras atrocidades, cortar a língua da menina e outras partes do corpo, inclusive o órgão genital, com alicate.

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A prisão em doze paisagens

Review: ‘The Prison in Twelve Landscapes’ Reveals the Invisible Tentacles of Mass Incarceration