Gênero, vulnerabilidade e agência

De outra parte, a tentativa de proteger a vulnerabilidade tem resultado em políticas em que a situação vulnerável parece estar sendo fixada, ou nos termos mais contemporâneos, estabilizada como um atributo, retirando a agência dos que são tomados como tal. O que até os anos 90 se configurava como a disputa entre a opressão e a transgressão passou a ser a contraposição entre a capacidade de escolha e a vulnerabilidade, trazendo efeitos que me parecem ter que ser melhor ponderados. Maria Filomena Gregori.

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ENFRENTANDO A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER: ORIENTAÇÕES PRÁTICAS PARA PROFISSIONAIS E VOLUNTÁRIOS(AS). CESeC. Bárbara Soares

Resumo: O manual oferece a profissionais e voluntários que prestam atendimento a mulheres em situação de violência um conjunto de textos para auxiliar esse trabalho cotidiano. Eles trazem alguns dados importantes; põem em xeque algumas das nossas idéias mais comuns; ajudam a identificar a violência e a detectar os sinais de alerta; reúnem sugestões para aumentar a segurança das mulheres – antes, durante e depois das crises -; propõem técnicas de escuta e oferecem dicas para o atendimento.

Mulheres Divinas

Dossiê Mulher 2018. Violência contra a mulher no estado do Rio de Janeiro. ISP

Dossiê

Visualização de dados

Violência doméstica e familiar contra a mulher em Portugal. Referências

Avaliação e Gestão de Risco em Rede. Manual para Profissionais

Manual Sarar

Ficha RVD – 1L Avaliação de risco para situações de violência doméstica

Ficha RVD- 2L Avaliação de risco para situações de violência doméstica

A revolução que mudou o mundo. Fragmento

A autocracia, a família patriarcal e a Igreja ortodoxa constituíam barreiras institucuionais praticamente intransponíveis à emancipação feminina. A violência intrafamiliar, exercida pelo homem, exacerbada pelo álcool, era constante e impiedosa: os costumes, inclusive, autorizavam os maridos a chicotear suas mulheres. Dois ditados populares, entre muitos outros, exprimiam essa situação: ‘Quanto mais a mulher apanha, melhor a sopa’ e ‘As pancadas de um bom marido não doem muito tempo’. Adicione-se a isso o ‘direito de pernada’, que vigorava nos campos, em que se facultava ao sogro dormir a primeira noite de núpcias com a nora [p. 170].

 

REIS, Daniel Aarão. A revolução que mudou o mundo: Rússia, 1917. São Paulo: Companhia das Letras, 2017. 241 p.

Violência contra a mulher: Índia

‘A Filha da Índia’: o Filme Sobre o Estupro Coletivo Que Chocou o Mundo Chega ao Brasil

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