Como a Lei Maria da Penha serviu para proteger uma travesti da própria mãe. Nexo

Bruna Andrade havia sido internada à força pela mãe, foi sedada e teve o cabelo raspado. Ela foi reconhecida como mulher e protegida pela Justiça.

Link para matéria: http://bit.ly/2rY8Fq8 

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Violência doméstica: sete dias para decidir poder paternal dos filhos. DN

O Ministério Público (MP) vai ter 48 horas para informar o Tribunal de Família e Menores da decisão de proibição de contacto entre os pais em processos de violência doméstica. E, a partir daí, os juízes terão cinco dias para marcar uma conferência com os progenitores para decidirem o futuro dos filhos menores. Em causa um diploma publicado ontem em Diário da República e que entrará em vigor a partir do dia 22 de Junho que obriga assim que, no prazo máximo de sete dias, fique decidido provisoriamente o poder paternal em casos em que esteja a decorrer um processo de maus tratos conjugais.

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Caridade e volunturismo aumentando a vulnerabilidade de crianças no Haiti. The Guardian

Doações de caridade dos EUA estão supostamente ajudando os órfãos do Haiti. Todavia, há sinais de que, ao contrário, os valores levantados estariam financiando o abuso e a negligência de crianças nos orfanatos no país caribenho, tal como revelado pela ONG Lumos.

Pelo menos 30.000 crianças vivem em orfanatos privados no Haiti, um país que sofreu vários desastres naturais que levaram ao deslocamento de muitas famílias. Mais de um terço dos 752 orfanatos do Haiti são financiados por doações do exterior no valor de US $ 70 milhões (£ 54 milhões), dos quais 92% provêm de doadores filantrópicos e de caridade nos EUA. Mas estima-se que 80% das crianças que vivem nessas instalações não são realmente órfãs: têm um ou mais pais vivos, e quase todos têm outros parentes, de acordo com o governo haitiano. A Lumos, ONG fundada pelo autor JK Rowling, faz campanha para o fim da institucionalização de crianças. Essa ONG acredita que o afastamento de crianças e adolescentes de suas famílias não apenas dificulta o desenvolvimento, mas torna esse público mais propenso a sofrer abusos.

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Adoção. JN

Série do Jornal Nacional mostra os caminhos da adoção no Brasil: um processo de construção da família […]  uma jornada que precisa de paciência e apoio: http://bit.ly/2se0Mg8

Em Portugal, o uso de drogas é tratado como questão médica, não como crime. NPR

“Até 1990, 1% da população de Portugal fazia uso de heroína. Tratava-se de uma das piores taxas do mundo. O governo português optou então por uma nova estratégia: descriminalizou todas as drogas. Iniciando-se em 2001, a posse ou o uso de qualquer droga – até mesmo heroína – é tratada como um caso de saúde, não como crime […] Os casos relativos à infecção por HIV caíram 95%”. [Atualizado em 22/06/17]

In Portugal, Drug Use Is Treated As A Medical Issue, Not A Crime
O fracasso das ‘drug courts’?

Quem cuida dos cuidadores de idosos? Carta Capital

“Em 63% dos casos, os acompanhantes morrem até quatro anos antes do familiar ou amigo enfermo por quem zelam”.

Quem cuida dos cuidadores de idosos?

 

‘Ela me batia porque eu a chamava de mãe’, diz menina torturada. Estadão

Dezembro de 2016. A sala da juíza Tatiane Moreira Lima, na Vara de Violência Doméstica do Butantã, na zona oeste, se transforma em uma pequena brinquedoteca, com direito a bexigas penduradas no teto e outros apetrechos. No colo da magistrada está M. J., de 10 anos, que tem no corpo as marcas das inúmeras agressões que sofreu. Por quatro anos seguidos, foi espancada e torturada pela própria mãe e pelo padrasto. Os castigos impostos a ela “por não deixar a casa limpinha” foram classificados pela juíza como brutais e incluíam, entre outras atrocidades, cortar a língua da menina e outras partes do corpo, inclusive o órgão genital, com alicate.

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