Violência doméstica e familiar em Portugal: o homem como vítima

Violência doméstica. Eles ficam mais deprimidos, elas aguentam mais tempo, ambos sofrem

 

Homicídio seguido de suicídio: mais de metade dos casos

 

Há 14 homens por dia que se queixam de violência doméstica

 

 

 

Domestic/Family Violence Death Reviews: o que é isso?

Como diminuir os índices de violência doméstica e familiar?

Domestic/Family Violence Death Reviews são dispositivos que têm por objetivo o levantamento de dados e a produção de informações que possam colaborar em intervenções para reduzir os índices de violência doméstica ou familiar. Trata-se, de fato, de comitês com integrantes de diferentes agências governamentais. Eles estão estabelecidos em diversos países desde os anos 1990, em particular naqueles ditos desenvolvidos, de alta renda per capita. Esses dispositivos não contam com uma estrutura comum, tal como apontado por Bugeja, Dawson, McIntyre e Walsh (2015). Apesar da falta de unidade que caracteriza esses dispositivos, em todos os exemplos estudados a redução de mortes é um dos objetivos perseguidos, ainda que não alcançado nos casos estudados. O foco dos D/FVDRs estudados circunscreve-se aos homicídios por parceiros íntimos. Todavia, alguns deles incluem também outras relações familiares. Um terço dos dispositivos estudados mencionam mudanças no sistema de garantia de direitos e de responsabilização relativo à violência doméstica e familiar decorrentes de recomendações realizadas.


Bugeja, L., Dawson, M., McIntyre, S.-J., & Walsh, C. (2015). Domestic/family violence death reviews: An international comparison. Trauma, Violence & Abuse, 16(2), 179–187. doi:10.1177/524838013517561

ENFRENTANDO A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER: ORIENTAÇÕES PRÁTICAS PARA PROFISSIONAIS E VOLUNTÁRIOS(AS). CESeC. Bárbara Soares

Resumo: O manual oferece a profissionais e voluntários que prestam atendimento a mulheres em situação de violência um conjunto de textos para auxiliar esse trabalho cotidiano. Eles trazem alguns dados importantes; põem em xeque algumas das nossas idéias mais comuns; ajudam a identificar a violência e a detectar os sinais de alerta; reúnem sugestões para aumentar a segurança das mulheres – antes, durante e depois das crises -; propõem técnicas de escuta e oferecem dicas para o atendimento.

Violência doméstica e familiar contra a mulher em Portugal. Referências

Avaliação e Gestão de Risco em Rede. Manual para Profissionais

Manual Sarar

Ficha RVD – 1L Avaliação de risco para situações de violência doméstica

Ficha RVD- 2L Avaliação de risco para situações de violência doméstica

CNJ institui Política Nacional de Combate à Violência contra Mulheres

As diretrizes e ações do Poder Judiciário para prevenção e combate à violência contra as mulheres estão definidas na Política Judiciária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres no Poder Judiciário, instituída pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Link para a matéria completa: http://bit.ly/2rdKxCT 

Brasil: vítimas de violência doméstica e a dificuldade de realização da justiça. HRW

As autoridades de Roraima estão falhando em investigar ou processar casos de violência doméstica, deixando as mulheres em maior risco de abuso, informou a Human Rights Watch. Os sérios problemas em Roraima, o estado com a maior taxa de homicídios de mulheres no Brasil, refletem falhas a nível nacional que dificultam o acesso das vítimas de violência doméstica à justiça e proteção

Brazil: Domestic Violence Victims Denied Justice

Violência doméstica: sete dias para decidir poder paternal dos filhos. DN

O Ministério Público (MP) vai ter 48 horas para informar o Tribunal de Família e Menores da decisão de proibição de contacto entre os pais em processos de violência doméstica. E, a partir daí, os juízes terão cinco dias para marcar uma conferência com os progenitores para decidirem o futuro dos filhos menores. Em causa um diploma publicado ontem em Diário da República e que entrará em vigor a partir do dia 22 de Junho que obriga assim que, no prazo máximo de sete dias, fique decidido provisoriamente o poder paternal em casos em que esteja a decorrer um processo de maus tratos conjugais.

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