Panorama da Violência contra as Mulheres. Observatório da Mulher contra a Violência (OMV)

O OMV elaborou uma compilação inédita de indicadores nacionais e estaduais sobre a violência contra as mulheres. A partir da reunião e análise de distintos indicadores, o Observatório disponibilizou em sua página o Panorama da Violência contra as Mulheres no Brasil e em suas unidades federativas[1].

 

Leia o documento completo e acesse os indicadores na íntegra.

CFP: Nota técnica de orientação profissional em casos de violência contra a mulher

O Conselho Federal de Psicologia (CFP) acaba de divulgar nota técnica de orientação profissional em casos de violência contra a mulher. O documento trata das situações em que deve haver quebra do sigilo profissional.

Aprovada pelo 16º Plenário do Conselho no sábado (26), a nota orienta a realização da comunicação externa (denúncia) se a vida da mulher – ou a de seus filhos, ou de pessoas próximas – estiver seriamente ameaçada.

No texto, a autarquia manifesta apoio à adoção, em caráter excepcional, dessa medida sem o consentimento da paciente diante de sério risco de feminicídio. São listados os fatores indicativos da iminência desse crime.

Leia o texto completo.

Maridos são mais mortais do que terroristas. The New York Times

[…] Acima de tudo, as esposas devem temer: Os maridos são incomparavelmente mais mortais nos EUA  do que os terroristas jihadistas.

E os maridos são tão mortais  nos EUA em parte porque eles têm acesso fácil às armas de fogo, mesmo quando associados a uma história de violência. Em outros países, os maridos violentos colocam esposas nos hospitais; nos EUA, eles as colocam em túmulos […].

Husbands Are Deadlier Than Terrorists

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Till Death do us Part: Post and Courier Special Investigation

Pesquisa faz um retrato da violência doméstica contra a mulher. PJERJ.

A maioria das vítimas de violência doméstica e familiar está na faixa etária dos 31 aos 40 anos, é mãe e vive com os filhos. O perfil dessas vítimas foi retratado após a análise de 111 processos do I Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ).

O objetivo do levantamento, realizado pelo Núcleo de Pesquisa em Gênero, Raça e Etnia (Nupegre), da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (Emerj), é refletir sobre a aplicação da Lei Maria da Penha, através das medidas desenvolvidas pelo “Projeto Violeta”. Idealizado pelo Tribunal, o projeto oferece mecanismos de prevenção e punição para a violência doméstica e familiar contra a mulher, além de acelerar o acesso à Justiça daquelas que estão com sua integridade física e, até mesmo, com a vida em risco.

Leia mais aqui.

Violência contra a mulher: inforgráfico_Unwomen

A Unwomen preparou um infográfico muito bom sobre o tema ‘violência contra a mulher’. Nele estão resumidas não apenas as definições dos diversos tipos de violências, mas também são apresentados alguns números e depoimentos sobre o assunto:

Violence Against Women

Britânico é condenado por escravidão doméstica

Safraz Ahmed, 34 anos, tratou por dois anos sua esposa como escrava. Matéria do The Guardian descreve o relacionamento de ambos como marcado por “violência, intimidação, agressão e miséria”. Safraz Ahmed foi o primeiro britânico condenado por tratar o cônjuge como escravo doméstico. Veja a matéria completa:

Briton who made wife live like slave is first to be jailed for domestic servitude

Um inferno na vida das mulheres_Justificando

“Ele era o inferno da minha vida”. Com essa frase, Ana Raquel Santos da Trindade, de 31 anos, resumiu a tragédia em que se transformou sua vidaapós buscar emprego em uma casa de massagens em Curitiba, onde conheceu Renato Patrick Machado de Menezes, de 35 anos, em 2014. Ela se envolveu com Renato porque precisava trabalhar e ele ameaçava seu filho. No entanto, o relacionamento transformou-se em um pesadelo, pois ele não só queria que ela se prostituísse, como lhe agredia física e psicologicamente. “Foram dois anos de ameaças, mudei de casa 11 vezes, instalei cerca elétrica, aumentei o portão. Mesmo assim ele ia atrás de mim”.

Leia a matéria completa.