As diversas faces da violência. PUC-Rio.

Curso de Extensão

Deparamo-nos com o tema violência todos os dias, direta ou indiretamente. Notícias, estatísticas, análises acadêmicas, experiências pessoais demandam que nos posicionemos sobre o que seja violência e quanto ao modo de lidar com ela. No entanto, haveria um elemento comum a unir essas diferentes situações que nos acossam diuturnamente? De que modo as experiências de violência incidem sobre a constituição subjetiva? Existiria uma definição capaz de abarcar esse conjunto de experiências com as quais lidamos todos os dias? O curso de extensão que propomos tem por objetivo partir dessas questões, mostrando seus limites, analisando temas e fragmentos de casos que não apenas se fazem atuais para todos, mas que, em particular, compõem o cotidiano da interface entre psicologia e sistema judicial.

Objetivo:

Apresentar o tema da violência, as dificuldades e as implicações de sua/s definição/ões. Analisar as representações da violência na sociedade, no sistema judicial, seus efeitos na constituição subjetiva e suas expressões nas formas de testemunhos e estudos psicossociais. Avaliar as consequências das demandas de produção de prova, garantia de direitos e de reparação motivadas por situações de violência, em particular quando dirigidas ao saber psi a partir da ordem judicial. Discutir e formular estratégias de ação na interface entre psicologia e justiça e as condições de atuação no sistema judicial.

Programa:

  1. Psicanálise: violência e trauma;
  2. Violência, vulnerabilidade e luto;
  3. Direito, ética e construção da subjetividade;
  4. As dificuldades no atendimento de crianças e adolescentes vítimas de violência: fragmentos de casos;
  5. O testemunho judicial de crianças I: Memória, violência e vitimização;
  6. O testemunho judicial de crianças II: Memória, violência e experiências internacionais;
  7. Desigualdades, Desrespeito e Discriminação;
  8. A violência institucional e a destituição do poder familiar.

O curso será ministrado por professores da Especialização em Psicologia Jurídica e do Direito da PUC-Rio.

Informações adicionais podem ser obtidas aqui.

Maridos são mais mortais do que terroristas. The New York Times

[…] Acima de tudo, as esposas devem temer: Os maridos são incomparavelmente mais mortais nos EUA  do que os terroristas jihadistas.

E os maridos são tão mortais  nos EUA em parte porque eles têm acesso fácil às armas de fogo, mesmo quando associados a uma história de violência. Em outros países, os maridos violentos colocam esposas nos hospitais; nos EUA, eles as colocam em túmulos […].

Husbands Are Deadlier Than Terrorists

Leia também:

Till Death do us Part: Post and Courier Special Investigation

Memento

On 27 January, on the anniversary of the liberation of the Auschwitz-Birkenau German Nazi concentration camp, the International Holocaust Remembrance Day is commemorated. For this occasion, the European Network Remembrance and Solidarity and the House of the Wannsee Conference have prepared a short animated film entitled “Memento”, directed by the Hungarian auteur Zoltán Szilágyi Varga. The film is available on the organisers’ websites and it will also be shown across European TV channels.

The half-a-minute-long spot based on charcoal drawings recalls one of the most tragic events in human history. As its director Zoltán Szilágyi Varga says, when trying to grapple with the Holocaust “we stand in front of human nature’s distortion without any answer despite all the research we know, the number of victims counted, the exact description of the events. The film evokes symbolism which is easily recognised by Europeans: cattle railway cars, railway tracks, paper snippets or abandoned flats, yet it shows them from a child’s perspective, thereby posing the question whether it is possible to comprehend that tragedy and stressing the need to uphold the memory of those days.

Leia mais em:

“Memento”: an animated film for the International Holocaust Remembrance Day

As diversas faces da violência. PUC-Rio. Curso de Extensão

Deparamo-nos com o tema violência todos os dias, direta ou indiretamente. Notícias, estatísticas, análises acadêmicas, experiências pessoais demandam que nos posicionemos sobre o que seja violência e quanto ao modo de lidar com ela. No entanto, haveria um elemento comum a unir essas diferentes situações que nos acossam diuturnamente? De que modo as experiências de violência incidem sobre a constituição subjetiva? Existiria uma definição capaz de abarcar esse conjunto de experiências com as quais lidamos todos os dias? O curso de extensão que propomos tem por objetivo partir dessas questões, mostrando seus limites, analisando temas e fragmentos de casos que não apenas se fazem atuais para todos, mas que, em particular, compõem o cotidiano da interface entre psicologia e sistema judicial.

Objetivo:

Apresentar o tema da violência, as dificuldades e as implicações de sua/s definição/ões. Analisar as representações da violência na sociedade, no sistema judicial, seus efeitos na constituição subjetiva e suas expressões nas formas de testemunhos e estudos psicossociais. Avaliar as consequências das demandas de produção de prova, garantia de direitos e de reparação motivadas por situações de violência, em particular quando dirigidas ao saber psi a partir da ordem judicial. Discutir e formular estratégias de ação na interface entre psicologia e justiça e as condições de atuação no sistema judicial.

Programa:

  1. Psicanálise: violência e trauma;
  2. Violência, vulnerabilidade e luto;
  3. Direito, ética e construção da subjetividade;
  4. As dificuldades no atendimento de crianças e adolescentes vítimas de violência: fragmentos de casos;
  5. O testemunho judicial de crianças I: Memória, violência e vitimização;
  6. O testemunho judicial de crianças II: Memória, violência e experiências internacionais;
  7. Desigualdades, Desrespeito e Discriminação;
  8. A violência institucional e a destituição do poder familiar.

O curso será ministrado por professores da Especialização em Psicologia Jurídica e do Direito da PUC-Rio.

Informações: http://bit.ly/2cuN82x

Facebook: http://bit.ly/2iwUzLj

Scribd: http://bit.ly/2iwSMpm

 

Estudo compara mães e pais que matam seus filhos

O sítio eletrônico PsyPost resenhou o artigo ‘Canadian trends in filicide by gender of the accused, 1961–2011’, publicado em setembro/2015.

Para ler uma livre tradução de parte da resenha, clique aqui

Policiais criticados por falhas na proteção infantil_The Guardian

A maior força policial da Grã-Bretanha sofreu uma reprimenda humilhante por parte de um órgão oficial de fiscalização por não proteger as crianças e por atrasos na investigação sobre adultos que atacam e exploram os jovens.

O relatório de avaliação teve por base uma amostra de 384 casos de envolvendo crianças e concluiu que três quartos deles estavam abaixo do padrão. O documento aponta que as falhas são sistêmicas e envolvem erros de liderança, treinamento, organização e julgamento.

Leia a matéria completa:

Met police heavily criticised over child protection failings

O apartamento (Forushande)