Psicologia Jurídica em Portugal

O presente artigo traça os contornos gerais do desenvolvimento da psicologia forense em Portugal, primeiro enquanto ramo de um campo de saber mais vasto – o da Psicologia da Justiça ou Jurídica – e mais recentemente como disciplina autónoma que tem vindo a receber cada vez mais solicitações da parte das entidades judiciais. Neste sentido são apresentados dados da prática pericial forense da Unidade de Consulta de Psicologia da Justiça da Universidade do Minho, bem como resultados de investigações recentes que atestam a aceitação da prática da avaliação forense junto de magistrados judiciais. Face aos novos desafios e ao aumento de solicitações e reforçando a necessidade de uma postura ética que salvaguarde o desempenho profissional, o autor procede a algumas recomendações que devem nortear o trabalho do perito de psicologia forense.

Gonçalves, Rui Abrunhosa. (2010). Psicologia Forense em Portugal: Uma história de responsabilidades e desafios. Análise Psicológica28(1), 107-115. Recuperado em 03 de feveiro de 2018, de http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0870-82312010000100008&lng=pt&tlng=en.

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Extensão. Psicologia e Justiça nas Varas da Infância, Juventude e do Idoso. PUC-Rio. 2018

O curso tem por base a prática do psicólogo no poder judiciário e cobre, dentre outros temas, os seguintes: a inserção do psicólogo no Sistema de Justiça; conceitos-chave sobre infância e adolescência; spectos históricos das práticas de assistência; noções de risco e proteção; o caráter interdisciplinar das práticas psicológicas na rede de proteção à infância; implicações éticas e técnicas; limites e possibilidades de intervenção.

Informações: CCE/PUC-Rio

Extensão: Psicologia e Justiça nas Varas de Família. PUC-Rio. 2018

O curso tem por base a prática de psicólogos no poder judiciário e cobre, dentre outros temas: conflitos e litígios em varas de família; parentalidade e conjugalidade; os diferentes tipos de guarda; a criança e a separação do casal parental.

Saiba mais: CCE/PUC-Rio

Especialização em Psicologia Jurídica. PUC-Rio. 2018

A Psicologia Jurídica é um ramo da psicologia que vem sendo construído no Brasil há muito pouco tempo. Artigos científicos, teses e dissertações começam a ser produzidos, mas ainda há uma deficiência na formação acadêmica para dar conta dos novos campos de atuação que se desenvolvem na interface entre Psicologia e Direito. Cresce a demanda de participação do psicólogo em instituições de acolhimento, processos de adoção e reinserção familiar, perícia em Varas de Família, mediações de conflitos e no combate à violência doméstica. Faz-se necessário, portanto, uma constante atualização dos profissionais envolvidos na área, bem como a ampliação do espaço para a elaboração de pesquisas, de modo a contribuir na discussão dos limites e possibilidades do trabalho do psicólogo junto às instituições judiciárias.

Saiba mais: CCE/PUC-Rio

II Jornada do Curso de Especialização em Psicologia Jurídica (PUC-Rio)

Informações adicionais: Facebook

Inscrições: CCE/PUC-Rio

 

I Jornada do Curso de Especialização em Psicologia Jurídica da PUC-Rio (2016): Memória

Em julho do ano passado celebramos a conclusão da primeira turma do curso de Especialização em Psicologia Jurídica da PUC-Rio. Muito a comemorar, uma vez que o encontro entre professores e alunos superou todas as expectativas, tendo deixado uma marca em cada um de nós que participamos daquela experiência. Na jornada, todos que puderam estar conosco tornaram o dia mais especial com seus olhares encorajadores, participação e questões.

Programa 2016

Fotos

As diversas faces da violência. PUC-Rio. Curso de Extensão

Deparamo-nos com o tema violência todos os dias, direta ou indiretamente. Notícias, estatísticas, análises acadêmicas, experiências pessoais demandam que nos posicionemos sobre o que seja violência e quanto ao modo de lidar com ela. No entanto, haveria um elemento comum a unir essas diferentes situações que nos acossam diuturnamente? De que modo as experiências de violência incidem sobre a constituição subjetiva? Existiria uma definição capaz de abarcar esse conjunto de experiências com as quais lidamos todos os dias? O curso de extensão que propomos tem por objetivo partir dessas questões, mostrando seus limites, analisando temas e fragmentos de casos que não apenas se fazem atuais para todos, mas que, em particular, compõem o cotidiano da interface entre psicologia e sistema judicial.

Objetivo:

Apresentar o tema da violência, as dificuldades e as implicações de sua/s definição/ões. Analisar as representações da violência na sociedade, no sistema judicial, seus efeitos na constituição subjetiva e suas expressões nas formas de testemunhos e estudos psicossociais. Avaliar as consequências das demandas de produção de prova, garantia de direitos e de reparação motivadas por situações de violência, em particular quando dirigidas ao saber psi a partir da ordem judicial. Discutir e formular estratégias de ação na interface entre psicologia e justiça e as condições de atuação no sistema judicial.

Programa:

  1. Psicanálise: violência e trauma;
  2. Violência, vulnerabilidade e luto;
  3. Direito, ética e construção da subjetividade;
  4. As dificuldades no atendimento de crianças e adolescentes vítimas de violência: fragmentos de casos;
  5. O testemunho judicial de crianças I: Memória, violência e vitimização;
  6. O testemunho judicial de crianças II: Memória, violência e experiências internacionais;
  7. Desigualdades, Desrespeito e Discriminação;
  8. A violência institucional e a destituição do poder familiar.

O curso será ministrado por professores da Especialização em Psicologia Jurídica e do Direito da PUC-Rio.

Informações: http://bit.ly/2cuN82x

Facebook: http://bit.ly/2iwUzLj

Scribd: http://bit.ly/2iwSMpm