Tem 40 anos e acabou de recuperar sua verdadeira identidade. Página 12

O filho de Iris Nélida Soler nasceu na antiga Escola de Mecânica da Armada durante a última ditadura militar argentina, separado de sua mãe e apropriado por terceiros, recuperou sua identidade e se converteu no neto 122 da história de busca e luta das Avós da Praça de Maio.

Apareció el nieto 122

Adoção. JN

Série do Jornal Nacional mostra os caminhos da adoção no Brasil: um processo de construção da família […]  uma jornada que precisa de paciência e apoio: http://bit.ly/2se0Mg8

Desistência na adoção: algumas matérias jornalísticas

The curious case of Tristan Dowse
‘Devolução’ de crianças adotadas é mais comum do que se imagina
Entre 2014 e 2015 quase 200 crianças adotadas em SP foram devolvidas

The Adoption Paradox

Kids who are adopted have richer, more involved parents. They also have more behavior and attention problems. Why? [Continua – The Atlantic]

Mães “abandonantes”: fragmentos de uma história história silenciada. Claudia Fonseca

Inspirado nos relatos dos membros de uma associação brasileira de filhos adotivos, este artigo propõe rastrear pistas sobre as mulheres que deram seus filhos em adoção em meados do último século. Juntando evidências fragmentadas – nas entrevistas com os adotados, nas cartas no site da associação, nos processos jurídicos do Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul, nos relatórios da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, nas informações sumárias fornecidas hoje por instituições filantrópicas que acolhiam gestantes solteiras décadas atrás –, esta análise procura responder a duas perguntas levantadas pelos próprios adotados: por que eles foram dados em adoção? E por que os detalhes da adoção foram sistematicamente silenciados pelos pais adotivos, pelos intermediários e pelas autoridades estatais? O material sugere diversas possibilidades para explicar a entrega de uma criança em adoção no contexto brasileiro dos anos 1950-1970: a falta de autonomia legal e econômica das mulheres, uma moralidade sexual repressiva e a instabilidade geográfica e conjugal associada à pobreza. Ao mesmo tempo, as próprias dificuldades de encontrar informações sobre as mulheres “abandonantes” daquela época levantam hipóteses sobre as disputas institucionais (entre pais adotivos, serviços filantrópicos e juizados) que criaram um silêncio em torno desse momento da evolução da adoção legal no Brasil.

Leia o artigo completo aqui.

Juiz de SC nega pedido para que Estado custei fertilização in vitro. Empório do Direito

Diante do pedido formulado por um casal para que o Estado custeasse o procedimento de fertilização in vitro na rede privada de saúde, o Juiz de Direito da Comarca de Barra Velha-SC, Iolmar Alves Baltazar, concluiu que “a vida, direito irrenunciável, não comporta alternativa, diferentemente da maternidade, plenamente possível pela adoção”.

Para o magistrado, o procedimento de fertilização in vitro, no âmbito do sistema público de saúde, deve ser efetivado na medida do possível e seguindo rigorosamente o fluxo estabelecido pelo órgão gestor, principalmente diante das restrições orçamentárias dos entes estatais e a atual crise financeira.

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Juiz de SC nega pedido para que Estado custei fertilização in vitro na rede privada de saúde

Juno