III Jornada Sócio e Clínico Institucional. UVA 

29 de março de 2017

Das 8h às 22h

Campus Tijuca. RJ – Rua Ibituruna, 108

8h00 – Conferência “O trabalho com sonhos na Gestalt-Terapia: uma experiência fenomenológica” com Sandra Salomão (Mestrado – UGF, psicóloga Gestalt-Terapeuta) e Elina Pietrani (Mestrado – UERJ, profª. do curso de Psicologia da UVA)
10h30 – Conferência “A atuação do psicólogo nas políticas públicas” com Fernanda Haikal (Mestrado – UFF, assessora técnica do CREPOP no CRP-RJ) e Analicia Martins (Doutorado – UERJ, profª. do curso de Psicologia da UVA)
18h30 – Mesa redonda “Desafios do Psicólogo no Cotidiano do Tribunal de Justiça: Atuação nas Varas de Família e Violência Doméstica” com José César Coimbra (Doutorado – UNIRIO, psicólogo do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) ); José Eduardo Saraiva (Doutorado PPGPS – UERJ, psicólogo do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) ) e Elizabeth Paiva (Mestrado – UFF, profª. do curso de Psicologia da UVA)
20h00 – Mesa redonda “Gestão de carreira: as principais tendências da atualidade” com Ana Carolina Lynch (Mestrado – UFRJ, profª. do curso de Psicologia da UVA); Miguel de Moraes (Pós-graduação em Gestão Empresarial e Marketing – ESPM) e Sabrina Espindola (MBA em Gestão de Recursos Humanos – UVA).

O evento é gratuito e não será necessário inscrição.

Informações adicionais: http://bit.ly/2oduZt3

Encontro Interdisciplinar sobre o Testemunho. CES

Este encontro organizado como um dia de conferências e debates abertos ao público, visa discutir o estatuto epistemológico do Testemunho em diversas disciplinas das ciências sociais e humanidades. Sendo um tema tradicionalmente tratado pela filosofia, o testemunho adquire sentidos diferentes na própria disciplina filosófica e segue reapropriado por enquadramentos teóricos de outras disciplinas, revelando-se crescentemente pertinente e premente ponderar sobre as teorias e práticas testemunhais dos nossos dias a partir de campos do saber distintos […].

Enquadramento

Chico Picadinho pode sair da cadeia após 41 anos. Fantástico

Um dos criminosos mais conhecidos da crônica policial brasileira pode ganhar as ruas até o fim deste semestre.

Matéria completa

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Chico aos pedaços

Pensando na Caixa. Roda dos expostos, século XXI. The Economist

 

A roda dos expostos são artefatos do período medieval. No entanto, eles reapareceram em 2000, na cidade de Hamburgo, onde muitos bebês abandonados estavam morrendo. A Alemanha possui agora cerca de 200 lugares onde a mulher pode deixar seu filho – em compartimentos aquecidos que fazem soar o alarme para um cuidador sempre que utilizados – ou onde podem dar à luz anonimamente. Esses lugares já se encarregaram de cerca de mil recém-nascidos, muitos dos quais nunca saberão de onde vieram.

Thinking inside the box

TJSP. Concurso para psicólogo. 2017

Foi publicado edital de concurso para psicólogo do TJSP. Jornada de trabalho de 30h, bibliografia, prova de títulos. Uma boa oportunidade.

 

Na captura dos Friedmans

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Exonerating Jesse Friedman

Presa com filhos até 12 anos pode requerer prisão domiciliar_CNJ

A mulher presa gestante ou com filho de até 12 anos de idade incompletos tem direito a requerer a substituição da prisão preventiva pela domiciliar. É o que estabelece a Lei n. 13.257, editada em dia 8 de março de 2016, que alterou artigos do Código de Processo Penal. A mudança amplia o rol de direitos das mulheres presas no Brasil, que hoje representam 6,4% da população carcerária do país, número que vem crescendo em ritmo muito maior do que a população carcerária do sexo masculino.

De acordo com o levantamento nacional de Informações Penitenciárias do Ministério da Justiça (Infopen), em quinze anos (entre 2000 e 2014) a população carcerária feminina cresceu 567,4%, chegando a 37.380 detentas. Já a média de crescimento masculino foi de 220,20% no mesmo período.

As mudanças instituídas por meio da Lei n. 13.257 ampliam os direitos já previstos na legislação brasileira para as mulheres presas. Segundo a Cartilha da Mulher Presa, editada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em 2011, a mulher presa tinha direito a cumprir pena em estabelecimento distinto do destinado a homens e a segurança interna das penitenciárias femininas deve ser feita apenas por agentes do sexo feminino. [Leia mais – CNJ]

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