A violência contra a mulher, o trauma e seus enunciados: o limite da justiça criminal

Nas últimas décadas, a compreensão de discursos e práticas construídos sobre as diferenças e hierarquias de gênero foi sendo alterada, principalmente a partir de estudos feministas (Araújo, 2003). Assim é que verdades construídas sobre a diferença sexual, até então baseadas no binarismo natureza/cultura, foram sendo (re)significadas. O conceito de gênero, portanto, enquanto fenômeno histórico e relacional, é contextualmente produzido e transformado ao longo da história.

Os discursos de homens e mulheres que chegam ao Judiciário em decorrência de um boletim de ocorrência registrado em uma delegacia, motivado por violência conjugal, são marcados por estereótipos de gênero. A dominação masculina e a submissão feminina prevalecem em muitos destes discursos. Contudo, deve-se considerar que são múltiplos os aspectos envolvidos na construção de um vínculo conjugal capazes de potencializar a violência.

Leia o artigo completo:

Coimbra, J., & Levy, L. (2015, 21 de dezembro). A violência contra a mulher, o trauma e seus enunciados: O limite da justiça criminal. Recuperado de Revista de Estudos e Pesquisas sobre as Américas,http://periodicos.unb.br/index.php/repam/article/view/16274/12288

Leia mais:

O que fazer quando o agressor descumpre medidas protetivas?

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Autor: jccoimbra

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