O Guardião das Promessas: Fragmentos

À Justiça não cabe resolver todos os problemas, dar a última palavra em matéria de ciência ou de história, definir o bem público e responsabilizar-se pelo bem-estar das pessoas […] (p. 265).

Tudo aquilo que não constitui tema para debate, porque é enviado para peritos ou juízes, acaba ressurgindo sob a forma de violência ou de desconfiança a respeito da política (p. 268).

GARAPON, Antoine. O guardião das promessas. Rio de Janeiro: Ed. Revan, 2001.

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Autor: jccoimbra

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