As mulheres indianas que revidam

“Para cada assédio, seguimos uma estratégia em três passos. Primeiro entramos em contato com a família do agressor. Se eles não fizerem nada, vamos à polícia. E se ninguém fizer nada, lhe damos uma surra”, descreve Usha, em seu escritório no bairro suburbano de Lucknow, ao lado de várias fotos de Phoolan Devi, a líder local que foi estuprada por parentes e autoridades até que fez justiça com as próprias mãos. Usha, entretanto, diz que só chegaram ao extremo da violência quatro vezes desde o começo do projeto, enquanto o resto ficou somente nas ameaças. Mas o recurso da força gera controvérsias, até mesmo entre seus defensores. [Leia mais – El País]

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Autor: jccoimbra

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