Pesquisa da UFRJ traça o drama da maternidade atrás das grades

RIO — Cláudia (nome fictício) tem 21 anos, dois filhos e só cursou até o 4º ano do ensino fundamental. Em julho, estava com o namorado em São Gonçalo quando ele praticou um roubo. O homem escapou, ela não. Na prisão, descobriu que estava grávida do terceiro filho. Hoje, aos seis meses de gestação, aguarda o julgamento numa prisão no complexo penitenciário de Gericinó. Não recebe visitas da família, muito menos do pai da criança. Cláudia tem o típico perfil das detentas identificado num estudo sobre maternidade no cárcere, realizado pelo Grupo de Pesquisa em Política de Drogas e Direito Humanos, da Faculdade Nacional de Direito da UFRJ. [Leia mais – O Globo]

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Autor: jccoimbra

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