Bastardos e órfãos contemporâneos: a arqueologia da infância nos romances de filiação

A reconstituição das origens configura uma dinâmica narrativa presente em diversas obras no campo literário atual: o retorno ao passado despido de nostalgia, marcado pela tentativa de explicar por meio das origens (reais e imaginárias) as lacunas identitárias. Os romances de filiação integram essa tendência e interrogam a ascendência como um mecanismo para resolver enigmas do presente. As obras Azul-corvo (2010), de Adriana Lisboa, Era meu esse rosto (2012), de Marcia Tiburi, e Chove sobre minha infância (2012), de Miguel Sanches Neto, expõem o percurso de narradores que voltam ao tempo da infância em busca de autoconhecimento e, sobretudo, pertencimento.

Leia o artigo completo de Alessandra Dalva de Souza Pajolla aqui.

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Autor: jccoimbra

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