O processo judicial como ficção…

[…]Como observou Mariza Corrêa, o processo é de certo modo uma invenção, uma obra de ficção social. Reproduzindo suas palavras, “no momento em que os atos se transformam em autos, os fatos em versões, o concreto perde quase toda a sua importância e o debate se dá entre os atores jurídicos, cada um deles usando a parte do ‘real’ que melhor reforce o seu ponto de vista”[…]

Fausto, Boris. Crime e Cotidiano: A Criminalidade em São Paulo (1880 – 1924). São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2001, p. 32.

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Autor: jccoimbra

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