O cérebro, esse gaiato

Vexame maior para a geração que chegou à adolescência nos anos 1980, não fui ao primeiro Rock in Rio. Mas me lembro bem

[…] O fenômeno, completa, tem até nome: memória falsa. Não tem diagnóstico, porque não está relacionado à patologia. É situação comum, que avança junto com a com a idade. O neurocientista, nascido na Argentina e radicado no Brasil há quase meio século, é dos mais importantes cientistas do país. “Todos estamos cheios de memórias fictícias; não é nenhum sintoma de nada. É um fenômeno muito humano. Ou talvez muito animal”, comenta […]. [O Globo]

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Autor: jccoimbra

a reader, above all

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