CNJ: Antropóloga Débora Diniz conta experiência no Presídio Feminino de Brasília

“Adentrar no cotidiano de um presídio feminino por seis meses, ouvindo diariamente as histórias das presidiárias, procurando entender a vida dessas mulheres antes, durante e depois da cadeia. Essa foi a experiência da antropóloga Débora Diniz, que vai lançar no segundo semestre deste ano um livro com 50 histórias baseadas no que ouviu no presídio. Débora, que é professora da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB) e pesquisadora do Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero (Anis), relata a sua percepção em relação a essas mulheres, apresentando uma visão sem preconceitos e estereótipos concebidos normalmente pela população. A antropóloga, de 43 anos de idade, ficou conhecida por ser uma das articuladoras da ação judicial no Supremo Tribunal Federal(STF) que resultou na autorização do aborto de fetos anencéfalos”.

Leia a matéria completa:

Antropóloga Débora Diniz conta experiência no Presídio Feminino de Brasília:

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Autor: jccoimbra

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