UK: observações sobre o suporte necessário às famílias adotivas

Publicamos no blog há alguns dias matéria do The Guardian no qual se comentava a preocupação do Reino Unido em acelerar os procedimentos relativos adoção. Na mesma matéria apresentava-se também a preocupação da sociedade civil com o q…

Anúncios

Publicamos no blog há alguns dias matéria do The Guardian no qual se comentava a preocupação do Reino Unido em acelerar os procedimentos relativos à adoção. Na mesma matéria apresentava-se também  a preocupação da sociedade civil com o que entende ser, talvez, uma ênfase desemedida na velocidade da colocação em família substituta em detrimento de outras variáveis igualmente importantes na atenção à criança. Dentre essas variáveis constaria a manutenção da criança junto à sua família natural. Devemos recordar que o tempo médio de acolhimento da criança, segundo a matéria, é de cerca de um ano e dez meses…

Agora publicamos três matérias do mesmo jornal, as quais, em conjunto, permitem enfatizar algo que o Adoption Institute (EUA) já havia assinalado como fator crítico para o sucesso da adoção: o papel das equipes junto ao suporte de famílias no período pós-adoção.

As matérias trazem dados que merecem nossa reflexão e indagação acerca de quais seriam os dados no Brasil. 

 

Extratos:

According to the British Association for Adoption and Fostering, only 2% of the children adopted in the year to March 2011 in England were under one (71% were aged one to four, 24% five to nine). 


[…]

Local authorities don’t own up to the breakdown rate in adoption either. Ask and the reply is very likely to be a vague “not much”. Some local authorities and adoption agencies have been forced to admit to a rate of 20%, but that isn’t the whole picture. Some years ago the Strathclyde region, then the biggest social work area in Europe, investigated the situation. That 1986 report found breakdown rates rising from 16% for children placed at age five, to 60% at nine and over – that’s six out of 10 children adopted going back into care. And that report counted three years as a successful adoption, which doesn’t take into account the fact breakdowns also happen later than that. The author of the report, Sandy Jamieson, former assistant director of social work in charge of childcare, reviewed the figures twice in the early 90s and found the situation had not improved, and indeed had possibly got worse. There is absolutely no reason to suspect that other areas of the UK have achieved better results.
Duas das matérias enfatizam o discurso dos requerentes e isso também deve estar no nosso horizonte, pois se trata de parte importante, tanto quanto os próprios adotados, para que possamos construir um trabalho de suporte pós-adoção que seja efetivo.

 

Seguem os links:

 

Adoption: why the system is ruining lives

http://www.guardian.co.uk/society/2012/oct/31/adoption-why-system-ruining-lives

 

Adoptive families left in the dark

http://www.guardian.co.uk/society/2012/jun/27/adoptive-families-left-in-the-d…

 

Too many children are missing out on adoption

http://www.guardian.co.uk/social-care-network/2012/jul/30/children-adoption-m…

 

 

 

Autor: jccoimbra

a reader, above all

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s