Inquéritos malfeitos impedem condenações por homicídios – O Globo

via oglobo.globo.com O problema destacado na matéria, relacionado ao Rio de Janeiro, havia sido também recentemente objeto de atenção no relatório do Conselho Nacional do Ministério Público como sendo um problema do Brasil. Se levarmos esse quadro…

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O problema destacado na matéria, relacionado ao Rio de Janeiro, havia sido também recentemente objeto de atenção no relatório do Conselho Nacional do Ministério Público como sendo um problema do Brasil.

Se levarmos esse quadro de questões ao seu limite, talvez possamos notar suas repercussões mesmo em assuntos aparentemente distantes, como aqueles que envolvem o depoimento especial de crianças. Não por outro motivo, alguns países investem em unidades especializadas para a investigação policial de casos relacionados a violência contra crianças, em particular a violência sexual.

Vejamos um trecho da matéria de O Globo, a qual permite que antevemos as dificuldades em jogo:

“…A delegacia informa que não conseguiu fazer as investigações requisitadas pelo promotor; este, por sua vez, devolve o inquérito solicitando mais informações…Essas idas e vindas fizeram com que o sociólogo Michel Misse cunhasse a expressão ‘inquérito pingue-pongue’. Misse é organizador do livro ‘O inquérito policial no Brasil: uma pesquisa empírica’. Há casos, por exemplo, em que o filho da vítima foi ouvido apenas 16 anos depois do crime…”

Sobre o livro de Misse: http://bit.ly/Nphr6q

Autor: jccoimbra

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